Pular para o conteúdo principal

Os cem dias com minha mãe

    Minha mãe tem 91 anos, tem Alzheimer e é cadeirante, porém, é muito divertida. Passa o dia inteiro folhando revistas, vendo lugares e pessoas bonitas, isso lhe deixa super contente.

    Ela não se recorda dos nomes dos filhos, mas sente que são seus. Parece-me que vive com seus 40 anos pois, como toda italiana, se falarmos sua idade correta, somos xingados. Não se recorda do presente, mas sim, do passado.

    Tudo isso é fase da vida e do distúrbio neurológico. O mais importante, porém, foi a convivência com ela, a calma para respondê-la prontamente a todos os instantes, sentar ao seu lado e assistir desenhos animados - que ela tanto gosta -, cantar músicas antigas... Enfim, não tem preço estar com nossos pais.

    Cresci muito nesses 100 dias, aprendi mais sobre o respeito, a dedicação, a alegria, a confiança.

    Autora: Márcia Regina.


Taking Care Of Family Members Of Alzheimer's Patients | Ilaria Urbinati

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Felicidades

    Tudo começou com o surgimento da Covid-19 e, consequentemente, com o decreto do isolamento social. Parecia que a situação iria ser a pior possível, principalmente para mim, que moro em apartamento e sou sozinha.      Pensei que aluma coisa teria que ser feita, mas, o quê? Ah! Que tal adotar um animalzinho? Pensei num cachorrinho, mas cachorro dá muito trabalho em apartamento. De repente, veio nas minhas lembranças de infância a imagem de um gatinho amarelinho, uma graça! Pensei: está resolvido meu problema de companhia , vou adotar um gatinho! Assim foi feito.      Hoje, estou feliz com minha gatinha Siamesa. Ela é cinza e de olho azul. É esperta, brincalhona e me faz rir com suas cambalhotas. Estou feliz e concluo que a felicidade pode estar em pequenas coisas, pequenos momentos.      A minha gatinha, Nina, resolveu o meu problema de companhia nessa quarentena.  Autora: Terezinha Morandi. 

Enxergar pequenas felicidades é necessário.

    Quem não consegue enxergar essas pequenas felicidades, jamais conseguirá se realizar.      Tudo na vida começa com pequenas realizações. Se bem aproveitadas, vamos acumulando experiências para bem viver e conseguimos solidez para uma realização perfeita - tornando-nos adultos sólidos, líderes sólidos e empreendedores realizados.     Agradeça, perdoa, abrace e ame! Autora: Ivani.

O que será de nós sem a felicidade?

     Por menor que seja, a felicidade deve estar presente em nossa vidas.       Ela não é constante, mas quando se apresenta, é tão plena que alimenta nossa alma e nos faz sentir bem. Eu penso que o mais interessante, para não dizer importante, é aprender a enxergar a felicidade nos mais simples momentos da vida.      Ela é tênue, mas efetiva . Quando a sentimos, nos sentimos plenos. Por isso, desde sempre procuro enxergar o lado bom das coisas - pois o difícil sempre aparecerá e, se estamos de bem com nós mesmos, teremos mais gás para manejá-lo.  Autora: Maria Cecília.